venerdì 6 agosto 2010

Investire in Immobili è un buon investimento ?

MITO OU VERDADE: Imóveis são sempre bons investimentos?

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Depende. Do momento, do local e do tipo de imóvel. Na opinião de especialistas, o imóvel deve ser encarado como investimento quando for utilizado em duas hipóteses: para obter "dividendos" com os aluguéis ou como formação de patrimônio para vender mais caro no futuro. Um bom exemplo é adquirir um apartamento na planta e vender depois de pronto, aproveitando a valorização natural do empreendimento.

3 de agosto de 2010 - Segundo consultor de finanças pessoais André Massaro, criador do MoneyFit, o investimento em imóvel deve ser comparado a um investimento em bolsa de valores. "Ou se incorpora à carteira (patrimônio) ou se especula comprando por um preço e vendendo por outro. Podem ser bons investimentos se fizerem parte das duas categorias: rende ou valoriza", garante.

Entretanto, Massaro alerta que no mercado acionário, as negociações são mediadas pela BM&FBovespa. "Se dá alguma coisa errada na compra do imóvel, mesmo sendo realizada por intermédio de um corretor, o investidor não tem a figura da bolsa. Tem que resolver na justiça", enfatiza.

Para Marcus Quintella, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), há pelo menos quatro níveis de risco nesta modalidade: Vacancia, quando o dono do imóvel não consegue alugar. "Hoje a oferta está muito grande tanto para alugar quanto para vender"; Inadimplência; Deterioração do imóvel com o tempo. "A cada dois anos e meio é preciso fazer a manutenção" e a Liquidez. "Não é possível vender um imóvel de um dia para outro".

De acordo com o especialista da MoneyFit, comprar para não alugar ou não ter planos para o futuro é ter em mãos um investimento ruim que ainda gera despesa. "É um bom investimento, mas tem depreciação com prejuízo financeiro, pagamento de impostos, condomínio, manutenção etc", lembra André.

Quintella lembra ainda que, no imposto de renda pessoa física, o aluguel incide como renda e deve ser declarado. "É preciso pagar o imposto anualmente". Quando comparado à caderneta de poupança, o investimento fica ainda menos atrativo. Numa hipótese de um imóvel de R$ 600 mil e aluguel de R$ 2 mil, o retorno é de menos de 0,4%, enquanto que a poupança, numa mesma situação renderia, por mês, algo em torno de R$ 3 mil.

"O investimento deve priorizar a rentabilidade", afirma o consultor Gustavo de Carvalho Chaves Melo, diretor da G9 Investimentos.

No entanto, o consultor avalia que, como investimento para complemento previdenciário ou de renda, é possível ter no imóvel uma boa alternativa. "Para se ter vantagem é preciso comprar em deságio, de preferência em leilões, locais onde é possível comprar com grande desconto", diz.

Alternativas

Chaves Mello cita o "pool imobiliário" como uma boa opção para quem pretende investir em imóveis. Neste tipo de operação, algumas pessoas se juntam para comprar um mesmo empreendimento (um prédio, por exemplo). "Nos Estados Unidos e Oceania este tipo é bastante comum".

Outra prática é um proprietário de terreno agregar amigos e buscar uma construtora para executar a obra. Neste caso, o dono do terreno estabelece uma permuta, onde ele recebe algumas unidades.

Há ainda os fundos imobiliários, voltados para quem quer ter uma exposição em imóveis, mas quer se livrar de trâmites burocráticos como contratos, procurações etc. Estas carteiras têm seus investimentos lastreados em imóveis que possuem rendimentos provenientes de aluguéis.

Entre as vantagens estão a possibilidade de ter acesso a grandes inquilinos com poucos recursos, fato que, muitas vezes, um investidor sozinho seria impossível conseguir.

Porém, alerta Massaro, no Brasil eles ainda são pouco populares e as carteiras são fechadas, onde o investidor não pode resgatar, só se vender a cota em bolsa (no mercado de balcão) ou esperar chegar ao final do investimento. "É um bom negócio sem os trâmites legais. Só que o mercado ainda não está totalmente desenvolvido no Brasil". Hoje há cerca de 90 fundos imobiliários, de acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Dicas

Os três especialistas ouvidos pelo Último Instante dão algumas dicas para quem quer investir no mercado imobiliário. De acordo com o professor da FGV, quanto maior for o valor do imóvel menor a rentabilidade. "É preciso conhecer bem o mercado. Tem risco como em todo investimento. Quando o imóvel tem um valor muito alto dificilmente o aluguel supera 0,5% do valor total".

O consultor da G9 Investimentos alerta para o excesso de oferta com preço elevado. "Muita oferta significa que vai pagar mais, principalmente os imóveis residenciais. É preciso ficar atento no curto prazo. Tente esperar para quando o preço voltar à realidade", garante. Em 2009, os preços dos imóveis estavam 22% mais altos, em média.

Chaves Mello recomenda cuidado também com o preço fictício. "O mercado imobiliário tem crescido muito, mas às custas de alto grau de endividamento das pessoas e famílias. Em 20 anos o imóvel já está obsoleto, sem a mesma liquidez e valorização", enfatiza.

Para André Massaro, da Moneyfit, o investidor deve considerar primeiro o mercado de ações. Segundo o especialista, se a pessoa tiver algo em torno de R$ 300 mil para investir deve formar uma carteira diversificada de ações."O impacto se uma ação cair é menor. No imóvel o risco é muito concentrado. O inquilino vai embora e vira dor de cabeça".

Todos, porém, concordam com uma coisa: É preciso se informar bastante sobre o mercado para saber as minúcias. E lembre-se: pendências normalmente são resolvidas na justiça.

(Priscila Dadona - www.ultimoinstante.com.br)

martedì 25 maggio 2010

Guadagnare con Google Adsense : svelate le quote di revenue sharing


DETTO fatto: a dieci giorni dalla pubblicazione del documento 1 nel quale si impegnava a comunicare le percentuali di guadagni pubblicitari devolute ai suoi partner, Google ha effettivamente pubblicato le quote di "revenue-sharing" dei suoi programmi AdSense. Da oggi è dunque possibile sapere che il colosso di Mountain View gira ai siti che aderiscono al suo sistema di inserzioni a pagamento il 68% degli introiti, nel caso di pubblicità ospitate direttamente nelle pagine web, e il 51% nel caso di inserzioni associate al motore di ricerca che Google mette a disposizione di siti terzi.

La pubblicazione di queste quote era uno degli impegni presi da Google la settimana scorsa in seguito all'istruttoria aperta 2 nei suoi confronti dall'Autorità garante per la concorrenza e il mercato. L'azione dell'Agcm prendeva le mosse da una denuncia della Federazione italiana editori giornali 3 riguardante il servizio Google News.

Neal Mohan, vicepresidente di Google, ha spiegato che le percentuali di AdSense sono state rese pubbliche "in uno spirito di maggiore trasparenza". Conoscendo le quote di revenue-sharing, i clienti di AdSense possono valutare eventuali offerte migliori da parte della concorrenza. Nei prossimi mesi, le percentuali di condivisione saranno mostrate direttamente nell'interfaccia di AdSense.


Fonte : La Repubblica

venerdì 14 maggio 2010

Guadagnare investendo in borsa o in immobili ?

Per coloro che leggono il portoghese riporto questo interessante articolo che compara le due forme di investimento più comuni in Brasile : finanziario ed immobiliare .

A maioria das pessoas que resolvem fazer investimentos em imóveis para auferir renda, têm em mente obter um retorno de “X” por cento sobre o capital aplicado. E a substituição do “X” por um número varia conforme o país, o estado, a cidade, e, ainda, a época.

Nos países do chamado Primeiro Mundo, onde os investimentos financeiros em renda fixa dão retornos que para nós beirariam o ridículo (1% a 2% ao ano – porém com inflação próxima de zero), conseguir um rendimento locatício de 0,20% é motivo de festa.

Já no Brasil, nos tempos de inflação galopante, superior a dois dígitos mensais, não se cogitava nada menos do que 1% ao mês, mais atualização monetária. Uma taxa relativamente modesta quando comparada aos 3% reais que boa parte das instituições financeiras pagavam aos que nelas investiam seus recursos.

Mesmo com a estabilidade monetária, advinda do Plano Real, as autoridades monetárias não lograram reduzir a conhecida taxa Selic a patamares decentes, diante do contínuo temor do país sofrer um ataque especulativo internacional. Isso fez com que os aluguéis continuassem oscilando na casa do um por cento.

Apenas nos últimos tempos, quando a inflação foi praticamente dominada e mantida em percentuais toleráveis, forçando a redução da taxa oficial de juros, houve uma mudança no comportamento dos investidores imobiliários.

Assim é que, nos dias de hoje, tornou-se palatável uma remuneração média de 0,50% a.m. ou 6% anuais sobre o capital investido em imóvel, a título de aluguel, visto tratar-se de remuneração efetiva, já que a ela é acrescida a correção monetária. Como todos sabem, meio por cento é o rendimento pago pelas cadernetas de poupança, garantidas pelo Governo Federal, ao qual se soma a inflação medida pela variação da Taxa Referencial (TR).

Contudo, existe uma diferença descomunal entre aquele que aplica em imóvel e o que opta pela poupança. O investidor imobiliário conta com a certeza de que seu capital continuará se valorizando – afora o aluguel percebido -, enquanto que o investidor financeiro pode ter a inabalável convicção de que seu capital será corroído ao longo dos tempos pelos resíduos inflacionários não apurados pelos indexadores do mercado.

Evidentemente que alguém poderia contra-argumentar que não foram dados como exemplos outros tipos de aplicações financeiras, como as bolsas de valores e de mercadorias, as grandes somas de dinheiro que recebem uma especial atenção dos bancos etc., onde as remunerações dos capitais podem ser mais generosas. Só que, nesses casos, como é sabido e comprovado por precedentes históricos, há risco de perda do capital ou de parte dele, condição praticamente inexistente no ramo das locações.

Dito isso, é possível afirmar-se com segurança que aluguéis que correspondam a 0,50% do valor de compra podem e devem ser encarados como remuneração condizente. Abaixo desse porcentual, aconselha-se o investidor a rever sua posição, Acima dele, é certo que o locador fez um excelente negócio ao adquirir o imóvel.

fonte: Fórum imobiliário

domenica 9 maggio 2010

Ipotesi sul futuro della Borsa brasiliana






Come ben ricordate, un mese prima del fallimento della Lehman Brothers i paesi del BRIC soffrirono una caduta del mercato azionario e un deprezzamento della valuta MOLTO SIGNIFICATIVO.

Il motivo? Le grandi banche d'affari, sapendo che la tempesta sarebbe giunta da lì a poco, decisero di vendere gli assets liquidabili in fretta (nei paesi del BRIC ) e rimpatriare i dollari.

La discesa del mercato azionario brasiliano (che avevamo detto essere particolarmente caro) e della valuta real (che si era apprezzata troppo in fretta verso l'euro ) HA UN SINISTRO SIGNIFICATO...

IL RIENTRO, DA PARTE DELLA BANCHE SPAGNOLE (SANTANDER) DELLE ATTIVITA' NEL PAESE CARIOCA. Molto probabilmente, nella convinzione che questa crisi porterà alla resa dei conti e che le banche (insieme agli stati) rischiano, se non sufficientemente liquide di saltare come birilli.



Come sapete Movisol ha anticipato nel passato che BANCO SANTANDER vive solo grazie alle rendite brasiliane (che coprono a malapena i buchi dovuti al real estate spagnolo). La discesa del Bovespa accompagnata a una rivalutazione dell'euro HA UN SOLO SIGNIFICATO: LE BANCHE SPAGNOLE, IN ATTESA DELLA TEMPESTA PREFETTA STANNO RITIRANDO LIQUIDITA' DAL BRASILE E LA RIPORTANO A CASA. (in caso di un ulteriore discesa del Bovespa in area 50.000 si potrebbe tentare degli acquisti, specie se il rapporto di cambio real Euro toccasse 2,70.

giovedì 6 maggio 2010

GRECIA GRAZIE MILLE (meno male che ci siete voi )


E' TEMPO DI GUERRA!!!

La Germania alleata agli Stati Uniti e alla Cina sta cercando di utilizzare la sua posizione dominante in Europa per prendersi non solo la sovranità monetaria ma anche la sovranità politica dei paesi che hanno problemi di debito.

La scusa è quella di voler mantenere dei bilanci sani. In realtà ben sappiamo che gli Stati Uniti sono conciati peggio di alcune nazioni europee e che i Tedeschi devono il loro benessere alla capacità di SFRUTTARE LA LORO POSIZIONE DOMINANTE nell'area Euro (nonchè agli interessi mostruosi che le banche tedesche incassano dal debito sovrano dei paesi PIIGS, che per pagare tali interessi devono SOTTOPORSI A SCHIAVITU')

Gli americani, a loro volta, sfruttano la debolezza dell'Euro per attirare capitali (ULTIMA GRANDE OCCASIONE PER LIBERARSI DI DOLLARI PER I CINESI, PRIMA DEL CROLLO FINALE DELLA DIVISA USA FRA 12 - 24 MESI)

Chi non riesce ad avere bilanci sani per evitare di uscire dall'euro deve cedere il controllo delle decisioni politiche all'Europa.
Su questa basi l'Europa NON ESISTE E NON DEVE ESISTERE. Ma se nessuno si lamenta il giocatore che alza la voce ottiene quello che vuole.

MA IN REALTA' LA GERMANIA HA TUTTO DA PERDERE DAL DEFAULT DELLA GRECIA O DI ALTRI PAESI, IN QUANTO LE BANCHE TEDESCHE DETENGONO 520 MILIARDI DI TITOLI DEI PAESI PIGS (senza contare quelli italiani). Il default loro equivale al default della Germania.

QUINDI , SE I GRECI ACCETTASSERO PASSIVAMENTE LA VOLONTA' DEI TEDESCHI SAREBBERO PERDUTI .
SE INVECE COMBATTONO E FANNO UNA RIVOLTA POPOLARE, OBBLIGANO I TEDESCHI A CORRERE AI RIPARI.
QUESTA E' UNA GUERRA E LA STRATEGIA MIGLIORE OTTERRA' ENORMI BENEFICI!!!

Perchè un popolo dovrebbe perdere la sua sovranità? quali sono i benefici di un europa tedesca? Cosa farebbe la Germania del popolo greco? Semplice, COMANDEREBBE, IMPORREBBE SACRIFICI, IMPORREBBE LE SUE AZIENDE, I SUOI PRODOTTI...e difficilmente rilancerebbe l'economia e lo spirito di libertà delle persone.

Un conto era il concetto di Europa unita, un conto quello di un Europa tedesca.

MEGLIO SAREBBE PER LA GRECIA NON PAGARE IL DEBITO....COME FECERO MOOLTI PROPRIETARI DI CASE CON DEBITI SUBPRIME...PIUTTOSTO CHE VIVERE SCHIAVI DEL DEBITO....E INCAPACI DI RIPAGARLO.....presero le chiavi e restituirono una casa senza valore alle banche...facendo crollare il sistema.

I greci tornerebbero forse indietro di 60 anni? E che cavolo di problema sarebbe? Recupererebbero la voglia di rimboccarsi le maniche, la voglia di crescere e di creare le basi per una propria dignità. Ritornerebbe il tempo DI ATENE LA GRANDE, CI SAREBBE SPAZIO PER RILANCIARE IL CONCETTO DI VERA DEMOCRAZIA E DI AUTONOMIA MONETARIA E POLITICA.

Certo, i sacrifici sarebbero grandi ma SPESSO LE SCELTE VINCENTI SONO QUELLE PIU' SCOMODE. Anche perchè il ricatto a cui devono sottostare è molto pesante con tante incognite sul futuro.

IRLANDA, SPAGNA, PORTOGALLO, ITALIA, MOLTI PAESI DELL'EST... sono sulla stessa strada...(solo un po' in ritardo, in quanto hanno un po' piu' di risparmio privato e un po' piu' di tesuto produttivo - ma il debito accumulato e la non RIPRESA porta alle stesse criticità vissute dai greci - solo con un po' di ritardo)

LA SOLUZIONE:
1) I creditori (che hanno commesso un azzardo quando hanno prestato soldi) devono accetare una rinegoziazione del debito (accontendandosi di un 70% di quello che hanno investito) così come è toccato ai sottoscrittori di obbligazioni ARGENTINE. Vale infatti lo stesso principio.
2) L'europa deve emettere un debito UNICO e le risorse raccolte devono essere divise in maniera equa fra i vari paesi legandole a dei parametri predefiniti e non soggete al controllo tedesco. A quel punto NESSUN AIUTO ALLA GRECIA VERREBBE CHIESTO AI SINGOLI PAESI EUROPEI....(evitando che i singoli paesi PIIGS debbano a loro volta aumentare il debito sovrano soffrendo il differenziale di tasso con la Germania e quindi accelerando il loro processo di corsa verso il baratro)
3) Il popolo greco solo a quel punto dovrà accettare sacrifici (i sacrifici devono essere equamente divisi....anche le banche devono pagare e se non riescono a pagare..devono essere nazionalizzate o devono fallire ...come sarebbe dovuto accadere a Marzo 2009)


SE QUESTO NON DOVESSE ACCADERE....I PIIGS DOVREBBERO INSORGERE TUTTI INSIEME E METTERE SOTTO PRESSIONE (RICATTANDO) I TEDESCHI....A QUEL PUNTO LA LORO ECONOMIA SAREBBE QUELLA PIU' A RISCHIO, IN QUANTO LA GERMANIA VERREBBE MESSA IN UN ANGOLO.

Così come gli americani fanno con i grandi creditori cinesi. Il debitore detta le regole al creditore. Questo lo possono fare perchè la fortuna della cina (per ora) è legata al debito degli Usa.
La Germania, gettando merda su un solo paese piccolo (e appositamente mai menzionando il paese debitore piu' grande, ovvero l'Italia), è in posizione di forza GIOCANDO SUL RICATTO NEI CONFRONTI DEGLI ALTRI DEBITORI PERIFERICI.

Ma se tutti i debitori periferici (PIIGS) si unissero....LA GERMANIA DOVREBBE ARRENDERSI.

La Merkel sta giocando una partita con il fuoco....a tirar troppo la corda...i debitori HANNO IL DOVERE DI COALIZZARSI e di ribellarsi....gettando il panico nelle braccia dei tedeschi...che vedrebbero il valore in borsa delle banche tedesche crollare dell'80%.

PURTROPPO I GOVERNANTI DEI PIIGS SONO DIVISI FRA DI LORO E INCAPACI DI COALIZZARSI.

SPERIAMO CHE I GRECI RESISTANO E FACCIANO DA LEVA PER CAMBIARE IL MONDO.

Davide (grecia) potrebbe vincere contro Golia (germania)

Fonte : Mercato Libero